sábado, setembro 13, 2008

Maria Lisboa





É varina, usa chinela,
Tem movimentos de gata;
Na canastra, a caravela,
No coração, a fragata.

Em vez de corvos no xaile,
Gaivotas vem pousar.
Quando o vento a leva ao baile,
Baila no baile com o mar.

É de conchas o vestido,
Tem algas na cabeleira,
E nas veias o latido
Do motor duma traineira.

Vende sonho e maresia,
Tempestades apregoa.
Seu nome próprio: Maria,
Seu apelido: Lisboa.


A conjuntura geográfica dos últimos tempos permitiu-me desfrutar da companhia de amigos muito especiais, cada qual com a sua "especialidade".

As vezes, gosto de constatar que há coisas que nunca mudam!
Gosto de fazer previsões e acertar!
Gosto de traçar cenários hipotéticos de evolução pessoal para certas pessoas e verificar que me engano em pouco, ou em nada!

Cada qual foi à sua vida, mas voltamos a encontrar-nos nos pontos que nos aproximaram e nos mantém uma semana suspensos no reencontro!


Conclusão:
1. Aquelas duplas mantêm-se implacáveis!
2. A funcionalidade das dinâmicas mantêm-se iguaizinhas...
3. O mundo é pequenininho...
4. É só rir!!!



Adorei, Adorei, Adorei!




Sem comentários: